Na língua grega antiga não existia a palavra azul

Na língua grega antiga não existia a palavra “azul” e as mais próximas palavras para descrever a intensidade da cor azul – glaukos e kyanos – são mais expressões de intensidade relativa de luz do que descrições de cor. Assim, quando o grego se referia ao céu como “bronze”, isso significava que ele era deslumbrantemente brilhante, como o brilho de um escudo de bronze, ao invés de realmente cor de bronze.

Parece que os antigos gregos descreviam coisas baseadas em outras qualidades, por isso, quando uma palavra é usada, e que, para nós, parece indicar “amarelo” ou “verde”, na verdade significa apenas fluído, vivo e fresco, e por isso foi usada para descrever flores, sangue, mar e ovelhas. Curiosamente, na Rússia, há duas palavras para azul: goluboi e sinii, uma palavra referindo-se a azul claro e a outra a azul escuro, que para os russos são duas cores diferentes, e não tons da mesma cor. Muito parecido com outras culturas, que percebem o rosa como um tom de vermelho, ao invés de uma cor própria.

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