Aonde eu não gostaria de estar

Esta semana que passou eu li uma postagem muito interessante de um Blog que sigo, da Helen. Apesar que o sentido de sua matéria era outro, a suas postagens sempre me fazem parar e ter uma reflexão. Neste caso me levou ao meu passado, abaixo da pra entender melhor. Vamos lá………..

A Reuters recentemente pediu a vários fotógrafos para tirar fotos com seguinte tema “geração lutando .” O resultado foi uma série de imagens de pessoas graduadas de diferentes escolas de todo o mundo, que infelizmente foram incapazes de encontrar um emprego na sua área e no final, foram obrigados a trabalhar em setores de serviços com salários inferiores. Apesar de seu trabalho atual que pode parecer decepcionante para eles ou para você, olhe o seguinte aspecto. As estimativas globais no mundo agora tem cerca de 75 milhões de pessoas desempregadas com idades entre 15 e 24 anos.

Marcin Lyubovskaya de 28 anos, vice-gerente geral do restaurante «McDonald» no centro comercial de “Arcadia” em Varsóvia. Ele tem em suas mãos – uma licenciatura em língua russa na Universidade de Varsóvia. Marcin trabalhou em fast food e, provavelmente, vai ficar lá. (Reuters / Peter Andrews)

Francesca Baldi de 32 anos, enfermeira com  bebê de 7 meses de idade, em Roma. Baldi Estudou na Universidade de Pisa e recebeu um doutorado em literatura e filosofia. Ela esperava encontrar trabalho como professora, mas nos últimos cinco meses seu trabalho é de babá. (Reuters / Alessandro Bianchi

Charles Okoth de 27 anos, um comerciante de frutas e legumes no mercado na favela de Kibera, em Nairóbi. Okoth estudou psicologia e química e obteve um diploma em psicologia. Ele estava tentando trabalho na aréa a 4 anos, mas nos últimos 8 meses está no mercado. (Reuters / Noor Khamis)

Steven Andrews de 24 anos, um garçom no restaurante «azul ensolarado» em Santa Monica, Califórnia. Andrews passou quatro anos na faculdade Cabrillo, onde recebeu um diploma em relações públicas. Ele veio para Los Angeles em busca de trabalho na indústria do cinema, mas agora não tem certeza sobre o seu futuro e para o desenvolvimento de sua carreira. (Reuters / Lucy Nicholson)

Francesco Fogle, de 37 anos, um zelador no centro de Roma. Ele tem seis anos na Universidade de Roma e recebeu um doutorado em química industrial. Ele tinha a esperança de se tornar um pesquisador, mas durante os últimos dois anos trabalhando como porteiro. (Reuters / Alessandro Bianchi)

Sofyan Moussaoi, de 26 anos, um garçom em um café Argélia. Passou cinco anos na Universidade de 8 de maio de 1945, onde recebeu o grau de mestre em finanças corporativas. Ele esperava ser um auditor, mas a mais de um ano trabalhando como garçom. (Reuters / Zohra Bensemra)

Manolis Urano, de 30 anos, um cozinheiro na taverna “Mavros Gatos”, no centro de Atenas. Manolis passou  quatro anos faculdadeAtenas , onde recebeu um diploma em engenharia civil. Ele queria encontrar um emprego no setor público, mas agora trabalha como cozinheiro. (Reuters / Yannis Behrakis)

Vitasovich Daria, de 27 anos, gerente de um bar em Zagreb, Croácia. Esta moça frequentou 7 anos a Universidade da Sociedade de Jesus e recebeu um diploma em filosofia e religião. Ela queria ser uma professora ou uma médica da filosofia, mas, nos últimos 4 anos está trabalhando no bar. (Reuters / Antonio Bronic)

Denis Onyango Olang (à direita)de 26 anos, assistente de um chef em um hotel nas favelas de Kibera de Nairobi. Ele estudou estatística e química na Universidade de Agricultura e Tecnologia Jomo Kenyatta. Depois de uma busca sem sucesso para o trabalho por dois anos, ele decidiu começar um trabalho no hotel. (Reuters / Noor Khamis)

Terence Kamanda, de 25 anos, atende clientes no café “no canto” em Durban, na África do Sul. Estudante de comércio em Gweru, onde recebeu um diploma em marketing. (Reuters / Rogan Ward)

Kerim Sakaki, de 29 anos, está em um Show room em Zenica, na Bósnia. Sakaki passou quatro anos estudando na Universidade de Sarajevo e se tornou um policial certificado. Mas se passaram quatro anos  e ele não tinha ainda encontrado um emprego em seu campo. (Reuters / Dado Ruvic)

Jessica Maza, de 28 anos, uma garçonete do café em Santa Monica, Califórnia. Maza passou cinco anos estudando artes. Como artista, ela não foi capaz de ganhar tanto quanto uma garçonete. (Reuters / Lucy Nicholson)

Wael Abo El Saoud, de 25 anos, um agricultor de El Kalubii, Egito. Wael passou quatro anos na universidade Benham com um grau no comércio. Nos últimos cinco anos esta trabalhando como agricultor. Ele ganha 30-60 libras egípcias por dia, mas o seu trabalho é sazonal. (Reuters / Amr Abdallah Dalsh)

 Abel Santiago, de 21 anos , no Show room em Santa Monica, Califórnia. Santiago passou um ano na faculdade de direito. Ele trabalha na loja de cinco meses e espera voltar para o México para continuar a sua educação. (Reuters / Lucy Nicholson)

Waleed Ahmed El-Sayed, de 31 anos, vende suco na praça Tahrir, no Cairo. Em 2004, ele tornou-se um bacharel na esfera social. Walid comerciante trabalha a quase 7 anos e não foi capaz de encontrar um emprego estável com um diploma da pós-graduação. (Reuters / Mohamed Abd El Ghany)

Tania Leon, de 29 anos, seguido de ônibus para Santiago de Compostela, Espanha. Leon estudou psicologia e formou em 2006. Ela esperava encontrar trabalho na sua área psicólogia do trabalho, mas por dois anos consecutivos trabalha como agente de bordo. (Reuters / Miguel Vidal)

Almina Dzafik, de 30 anos, atendendo clientes em um café em Sarajevo. Dzafik fez cinco anos na Universidade de Sarajevo com uma licenciatura em Engenharia Civil. Os últimos 4 anos, ele está tentando encontrar um emprego adequado na área de restauração de pinturas, mas por 2 anos trabalha como garçom. Ele acredita que é hora de deixar a Bósnia e Herzegovina, onde é improvável encontrar um emprego. (Reuters / Dado Ruvic)

Tem pessoas sei lá tem mais sorte que outras, outras tudo que tocam viram ouro, montam um negocio da certo e por ai vai. Eu nunca tive medo ou vergonha de nada, já passei por muitas e se for preciso to dentro de novo. O importante é você nunca prejudicar ou fazer maldade com alguém.
Nunca julgue ninguém, você não sabe seu futuro.
кภคt๏ร

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3 respostas para Aonde eu não gostaria de estar

  1. É desse jeito mesmo. Depois de formada em Jornalismo eu tive dois empregos como atendente de call-center, trabalhei como bartender em festa, tive emprego temporário como atendente em universidade. Só consegui trabalho na minha área 4 anos depois de formada. Obrigada por linkar meu blog. 🙂

  2. Avida Bloga disse:

    Helen:Gosto muito da forma que você escreve, acho uma arte. Tudo que é bom faço questão de compartilhar com minhas amizades. Sei que não precisa, mas parabéns. :)кภคt๏ร

  3. Halysson disse:

    É muito fácil colocar a culpa no mercado.Mas a verdade que formação, não é garantia de nada. A pessoa não pode esperar se formar e achar que o emprego vai cair no colo.É importante "empreender" ainda dentro da universidade.O que acontece é que tem um monte de "mediocres nota DEZ". Ficam presos a sala de aula, e não fazem network, desenvolvem projetos, e atividades extra classe que ajudem a abrir seu próprio mercado.Ai dá nisso. Ficam se fazendo de coitados, por que não entendem que o mercado de trabalho não os absorveu. Não quer nota. Quer projetos, atitude, referência. Muita gente sai da Faculdade sem ter feito NADA, além de estudar.

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