Na véspera de uma nova revolução no Egito

Egito mais uma vez perto da nova revolução.

No fim de semana passado em todo o Egito foi palco de grandes manifestações, que contou com mais de 17 milhões de pessoas, somente no Cairo foram às ruas mais de 4 milhões de manifestantes. Durante os confrontos entre apoiantes e opositores do presidente Mohammed Mursi na capital cerca de 16 pessoas foram mortas, mais de 780 pessoas ficaram feridas.

 Ainda recentemente, em 11 fevereiro de 2011 aos 82 anos de idade, o presidente egípcio, Hosni Mubarak renunciou . Em seguida, sob pressão dos manifestantes terminou uma era de 30 anos. E então veio o novo presidente eleito, Mohamed Mursi. Ele aceitou a Declaração Constitucional, este presidente no entando fechou todos poderes do governo – executivo, legislativo e judicial, ou seja transformou-se no único governante .

Manifestação contra o presidente egípcio Mohamed Morsi na Praça Tahrir, no Cairo, 01 de julho de 2013. (Foto: AP Photo | Amr Nabil):

 Após 2,5 anos no Egito, milhares de manifestantes novamente estão exigindo a renúncia do presidente. Nada mudou . Cairo, 30 de junho de 2013. (Foto: AP Photo | Hassan Ammar):

 As manifestações foram programadas para o aniversário do reinado de Mohammed Mursi e, de acordo com os manifestantes, deverá conduzir a uma nova revolução. Alexandria, Egito, 30 de junho de 2013. (Foto: Reuters | Asmaa Waguih):

 As pessoas acreditam que o presidente Mohammed Mursi não cumpriu os compromissos pré-eleitorais, e assim eles foram enganados.  (Foto AP Photo | Hassan Ammar):

 A manifestação em Cairo, 30 de junho de 2013. (Foto: AP Photo | Hassan Ammar):

 Este brother ai, provavelmente assistiu muito os filmes com Bruce Lee, Cairo, 30 de junho de 2013. (Foto: AP Photo | Hassan Ammar):

 Nesta situação 11 ministros egípcios apresentaram suas renúncias.

 O Exército mantém a neutralidade. oS Militares egípcios deram um ultimato aos políticos e exigiu deles 48 horas para “responder às demandas do povo”, caso contrário, os militares tomam o poder com suas próprias mãos. Eles acreditam que “que os atuais protestos ameaçam os interesses de segurança nacional do país.”

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